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Torcida faz festa no último dia do Fluminense na 16ª Bienal do Livro do Rio


A torcida do Fluminense deu mais uma grande demonstração de amor ao clube e foi o destaque do último dia da 16ª Bienal do Livro do Rio, neste domingo, 8, no Riocentro, na Zona Oeste da cidade. Vários tricolores compareceram ao estande do clube e a empolgação era visível, com aplausos aos debatedores e gritos de “Nense, Nense!”.

O ponto montado no estande para adesões recebeu cadastros de 100 novos sócios do Fluminense, em 11 dias de Bienal.

Em campo, ou melhor, sentados à mesa, os escritores se sentiam marcando gols, a cada gesto de apoio e carinho dos torcedores. O jornalista André Trigueiro falou sobre seu livro “Mundo sustentável 2 – Novos rumos para um planeta em crise”. Logicamente, a verve tricolor também esteve em pauta.

– Ainda estou emocionado com o gol do Biro Biro – disse Trigueiro, referindo-se à vitória de 1 a 0 do Fluminense sobre o Bahia, na véspera.

– O Fluminense é o primeiro clube que tem história, pois muitos não têm, que teve a percepção de participar da Bienal. Espero que seja um projeto perpétuo – declarou, antes de receber a Medalha Nelson Rodrigues.

Depois foi a vez de Paulo Roberto Andel e João Marcelo Garcez sentarem à mesa e falar da profusão de livros que escreveram abordando o Fluminense.

Andel publicou três obras: “1995 – O Campeão do Centenário”; “Duas Vezes no Céu – Os Campeões do Rio de Janeiro e do Brasil”; e “Do inferno ao Céu”.

– Agradeço ao Fluminense, meu clube de coração, cujo amor permitiu que eu publicasse livros. Nossa torcida tem pessoas que compõem a nata da intelectualidade brasileira, pessoas que militam pela arte, pela cultura. É natural que o clube seja pioneiro numa participação na Bienal do Livro. Um dia o Fluminense terá uma biblioteca nacional – afirmou Andel.

Desde 2007 escrevendo em seu blog, Garcez publicou quatro obras sobre o Tricolor. “Fluzão é Tetr4!”; Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo”; “Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América”; e “Do Suave Milagre à Odisseia do Tri – A Espetacular Saga de um Time de Guerreiros”.

– Escrever sobre o Fluminense é uma válvula de escape. Somos a vanguarda do futebol brasileiro, casa da Seleção, temos a Taça Olímpica. Escrever sobre o Flu é um prazer e uma navegação sem fim – afirmou Garcez.

A programação do estande do Fluminense na 16ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro foi encerrada com a entrega da Medalha Nelson Rodrigues ao jornalista Marcos Caetano e o relançamento do livro “Fluminense (meu) Eterno Amor”, de Marcelo Pitanga.

Comunicação Institucional FFC
Foto: Roberto Filho/Divulgação FFC
Fonte: Site Oficial do Fluminense FC

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