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Em caso de prova, STJD pode denunciar Luxa por ida ao vestiário

A ida ao vestiário do Fluminense no intervalo do clássico contra o Vasco, na derrota por 1 a 0 na última quarta-feira em Florianópolis, pode complicar o técnico Vanderlei Luxemburgo. Suspenso, o treinador, de acordo com o procurador Paulo Schmitt, não poderia comparecer ao local. Porém, só será denunciado caso a Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) consiga provas sobre o fato. A diretoria do clube carioca está tranquila quanto ao caso.

- Certamente ele está sujeito a uma nova punição. Mas é preciso uma prova mais contundente. O Abel Braga, lembro bem, uma vez quando treinava o Internacional e estava suspenso, foi fotografado nos recintos reservados. É preciso ter prova para denunciar - disse Paulo Schmitt ao GLOBOESPORTE.COM.

Luxemburgo foi suspenso por dois jogos por sua expulsão na partida em que o Fluminense venceu a Portuguesa por 2 a 1, pela 21ª rodada. Cumpriu a punição diante do Internacional e Vasco. Assistiu os dois confrontos das cabines. Contudo, a atuação do Tricolor no primeiro tempo do clássico na Ressacada o fez descer ao vestiário muito irritado. Mesmo fora do local, os jornalistas conseguiam ouvir os gritos do treinador.

- Vocês estão de sacanagem, c..., estão sendo humilhados em campo. Tem de abrir mais o jogo, botar o coração.

O Fluminense se defende e afirma que Luxemburgo tinha o direito de ir ao vestiário. Os advogados tricolores alegam que a suspensão recebida foi por jogos, o que não impossibilitaria o profissional de ter contato com o elenco antes do confronto e até mesmo no intervalo. Isso só aconteceria caso a punição recebida tivesse sido por prazo, como foi o caso do diretor executivo Rodrigo Caetano, suspenso por 15 dias. Na súmula, o árbitro Wagner Nascimento Magalhães não relatou o acontecimento.

- Não tenho informação se ele de fato entrou no vestiário, mas mesmo que tenha entrado, ele pode fazer isso, pois a suspensão foi por jogos, não por dias. Ele só estaria privado dessa condição se fosse punição por prazo. É o exemplo do Rodrigo Caetano, que, como pegou 15 dias, está proibido de ir a lugares reservados. Por fim, é preciso avaliar se o vestiário é considerado um local reservado, pois pelo entendimento do ilustre procurador, um treinador suspenso por prazo não poderia sequer escalar seu time, o que é um contrassenso - resumiu o advogado tricolor Mário Bittencourt.

Ao ser questionado se Vanderlei Luxemburgo esteve no vestiário do Fluminense no intervalo da partida, Rodrigo Caetano foi sucinto.

- O Luxemburgo pode ir ao vestiário sim, eu é que não posso ir - afirmou.

Há dois anos, Felipão passou por situação semelhante e acabou absolvido. Então técnico do Palmeiras, o comandante da Seleção foi ao vestiário da equipe em um jogo contra o Botafogo enquanto ainda cumpria suspensão. Julgado no artigo 228 (exercer cargo, função ou atividade, na modalidade esportiva, durante período em que estiver suspenso por decisão da Justiça Desportiva), ele não foi punido. O Palmeiras, por outro lado, teve de pagar multa de R$ 3 mil ao STJD.

Com duas derrotas seguidas, o Fluminense continua com 34 pontos no Campeonato Brasileiro, em 12º lugar, a apenas dois pontos da zona do rebaixamento. O próximo confronto será diante do Grêmio, neste sábado, às 18h30m, no Maracanã.

Fonte: Globo Esporte

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