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Incrível: Santista de 13 anos chega a mil gols e dá dica a Túlio: 'É só ficar na área'

É verdade que balançar as redes no futsal é mais fácil do que no futebol de campo. O que não minimiza o feito do jovem Bruno Funicelli, do Santos. Aos 13 anos, com um gol marcado no empate por 3 a 3 com o São Paulo, pelo Campeonato Paulista sub-13, ele atingiu a marca de mil na “carreira”. O detalhe é que a contagem, que fica a cargo do avô, começou em 2006, quando Bruninho tinha apenas seis anos e defendia o Gremetal – time pelo qual até Neymar já passou quando criança.

Foram justamente os impressionantes números de oito anos atrás que levaram João Alberto Funicelli a dar início à contagem – baseada, segundo ele, nas súmulas de jogos oficiais e em imagens de praticamente todas as partidas do neto, registradas em DVDs guardados na sala em que também se encontram os troféus e medalhas conquistados. De acordo com João Alberto, só no primeiro campeonato, foram 162 gols marcados – 90 a mais que o segundo colocado na artilharia.

– Quando fiz o (milésimo) gol, meu amigo que estava no banco invadiu a quadra, não deu nem para comemorar. Deram abraço, deram tapa (risos). E no dia seguinte, depois de um jogo contra o Tanabi (pelo Paulista sub-13 de campo), os caras compraram ovo e pegaram terra para atacar em mim. Fiquei quase duas horas para me lavar, não tenho mais nojo de nada (risos) – brinca o santista, que ao longo da caminhada até os mil gols, convenceu o avô a virar a casaca e trocar o coração palmeirense pelo alvinegro.


– Agora sou santista, né? Tem de ser... Teve uma vez, contra o Palmeiras, que ele fez uma grande exibição. Estávamos perdendo por 4 a 3, daí ele marcou três gols e o Santos venceu por 6 a 4. Eu vibrei muito. A torcida deles estava falando muito – conta o avô.

Além de ser a “memória” de Bruninho, João Alberto é torcedor fanático e exigente, segundo o garoto. Tanto que, para preservar a integridade física do santista, o avô não o deixa nem participar de peladas.

– Antes do milésimo gol, eu tive uma chance em que invadi a área e chutei, mas o goleiro defendeu. Esse aqui (aponta para o avô) deu um grito da arquibancada (risos). Mas ele faz falta (quando não comparece). Xinga todo mundo (risos). Quando ele grita, eu já olho. Mas bronca ele só dá durante o jogo – conta.


– Não é que não deixo ele jogar (risos). Com o irmão dele, já aconteceu de ficar fora de um jogo importante porque quebrou o dedo em pelada. Tem de se cuidar, né? Jogar de bobeira, não. Aí pega um cabeça de bagre, que chuta a canela dele... E não é que eu seja bravo. Mas, acho que quando está em direção ao gol, não pode perder (a chance). Tem que arrumar a bola com carinho. Quando vejo que ele faz uma jogada e vejo que ele quer dar mais um drible, aí eu chio (risos) – pondera o avô.

Desfalque nas peladas com os amigos, Bruninho também não tem como jogar bola em casa – culpa das boladas que resultaram na perda total de vários cristais espalhados pela sala. Assim, resta recorrer ao futebol virtual para o lazer. Lá, comanda seus dois principais ídolos no esporte: Neymar e Cristiano Ronaldo. O santista, aliás, admite ser fã do clube defendido pelo português, o Real Madrid. Ao mesmo tempo, pode dizer que já atropelou o Barcelona na vida. E na Espanha, quando disputou um campeonato de futsal por um combinado de jogadores brasileiros e espanhóis, em 2012.

– Ganhamos todos os jogos e, na semifinal, fomos jogar com o Barcelona. Mas o time deles era fraquinho (risos). Fizemos 5 a 1, marquei um gol e dei duas assistências. Eles tinham ido para o jogo sem humildade, e não pode ser assim. Queriam dar drible para trás, dar chapéu... – recorda.


Sonho de fazer história no Santos e dica para Túlio

A partir do ano que vem, Bruninho vai se dedicar de vez ao futebol de campo, pelo qual já atua há dois anos, simultaneamente ao futsal. Nos gramados, o garoto repete o faro de artilheiro do salão: já são 97 gols, além de um título paulista sub-11, em 2011. E ele não esconde o coração santista.

– Eu pretendo continuar no Santos até o profissional, fazer história, continuar aqui por um bom tempo e, quando ficar mais velhinho, jogar um pouco na Europa (risos). Qual time? Ah, no que estiver melhor (risos). Mas gostaria do Real (Madrid) – diz.

Bruninho, por fim, ainda deu uma “dica” ao centroavante Túlio Maravilha, que segue na luta pelo milésimo gol da carreira – no campo, é verdade.

– Ele tá velhinho né? (risos). Falta um? Então chega (aos mil gols), sim. Acho que ele tem que ficar na área, esperando a bola. Ou marcar de pênalti, quem sabe.

Fonte: Globo Esporte

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