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Em novo protesto, Bom Senso FC cruza os braços e retarda partidas

Conforme era esperado, o movimento Bom Senso FC intensificou os protestos contra a Confederação Brasileira de Futebol. Depois de reclamarem da falta de atenção da entidade, os jogadores das equipes da Série A do Campeonato Brasileiro entraram com faixas nesta quarta-feira, cruzaram os braços e retardaram o início das partidas.
As primeiras ações foram realizadas nos duelos entre Grêmio e Vasco da Gama, em Porto Alegre, e Goiás e Ponte Preta, em Goiânia. Os jogadores das equipes se intercalaram em fila para carregar uma faixa com os dizeres “Por um futebol melhor para todos”. Durante alguns segundos após o apito inicial, os atletas cruzaram os braços e deixaram o cronômetro rodar.

As manifestações ocorreram também nos jogos das 21 horas – Criciúma 2 x 1 Atlético-PR e Botafogo 0 x 0 Portuguesa. Nos três confrontos do horário nobre, o das 21h50, a faixa apresentou frase diferente: “Amigos da CBF: e o bom senso?”. O protesto mais claro ficou reservado para a partida entre São Paulo e Flamengo em Itu.
Após as primeiras movimentações em Porto Alegre e Goiânia, surgiu a informação de que a CBF teria exigido aos árbitros que mostrassem cartão amarelo para os jogadores que cruzassem os braços após o início dos jogos. Advertidos por Alício Pena Júnior, são-paulinos e flamenguistas encontraram outro método para demonstrar a insatisfação com a entidade máxima do futebol brasileiro.


Assim que o árbitro deu o apito inicial, tricolores e rubro-negros passaram a trocar passes vagarosos e devolver a bola para o campo adversário. A prática persistiu por quase um minuto e impediu o trio de arbitragem de tomar a atitude imposta pela CBF.
“Ele (juiz) disse que ia dar cartão amarelo para todo mundo. Procuramos ficar na nossa a princípio. Parece que é uma ditadura. A gente fica triste por isso, a gente só quer melhorar o futebol”, lamentou o zagueiro rubro-negro Chicão, um dos líderes da manifestação no estádio Novelli Júnior, em Itu.
Com discurso ainda mais revoltado, Elias também comparou a postura do árbitro e da CBF com os anos de Regime Milietar no Brasil. "Acho que a ditadura acabou, não é? O que foi colocado para a gente foi uma ditadura. A gente é muito mais forte, com a ajuda do torcedor, independentemente do time que torce, a gente tem que ir contra esses ditadores que tentaram proibir a manifestação", disparou o volante à Rádio ESPN.

Fonte: Gazeta Esportiva

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