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Oposição do Flu articula apoio da Federação do Rio contra desafeto Peter


Um dos marcos da gestão do presidente Peter Siemsen no Fluminense foi a relação tumultuada do Tricolor com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro) nos bastidores do futebol carioca. Até por isso, a oposição tem buscado o apoio da instituição para a eleição do clube das Laranjeiras, marcada para o dia 23 de novembro.

A aproximação com a Federação do Rio é uma das principais reivindicações do candidato de oposição. Deley prega que Peter Siemsen mantém pouco o debate com algumas instituições, como a própria Ferj e a Procuradoria da Fazenda Nacional, responsável por recentes bloqueios judiciais das receitas do Tricolor.

O candidato à presidência do Fluminense mantém boa relação com o presidente da Ferj, Rubens Lopes, e até mesmo já realizou algumas visitas à instituição para apresentar seus planos desde que sua participação na eleição de novembro passou a ser algo provável. Numa delas, foi acompanhado por Alcides Antunes, ex-vice de futebol e opositor à atual gestão.

"O Peter que teve desentendimentos com a Federação. No congresso aprendemos a ter uma boa relação com todos. A presidência do Fluminense é um cargo político. Temos que ter diálogo aberto com todos, coisa que ele não tem. Briga com Rubens Lopes [presidente da Ferj] e manda torcedores jogarem foguetes na janela da Procuradoria. Não podemos nos isolar e deixar de discutir com esses atores", decretou Deley.

O discurso do candidato da oposição, no entanto, não foi bem recebido pelos aliados do presidente Peter Siemsen. O responsável pela campanha de reeleição do mandatário e ex-diretor-geral do Fluminense, Jackson Vasconcellos, disparou contra Deley e a Federação do Rio de Janeiro.

"É um direito do Deley querer estreitar relação com a Ferj. Ele está colocando que só existem divergências de nossa parte. O que temos são algumas posições em relação à Ferj. Achamos um absurdo ela ter direito a percentuais da receita de partidas enquanto eles nem sequer jogam, assim como o calendário do Estadual", disse Jackson, para depois criticar duramente Deley.

"Existe uma ideia dele de estreitar laços, aceitar o que a Ferj quiser. Isso significa uma subserviência que não teremos. Não é verdade que o Peter seja um sujeito de conflitos. Mas o Fluminense é maior que a Ferj. O Peter é um gentleman, mas, quando é prejudicado, vira bicho. O Deley tem que mandar um currículo para o Rubinho, deve querer ser funcionário da federação", atacou.

Em meio ao fogo cruzado entre os concorrentes ao cargo de presidente do Fluminense de 2014 a 2016, Rubens Lopes desconversou quanto a apoiar um dos dois candidatos da eleição tricolor. Ele, no entanto, mostrou irritação com as críticas de Jackson Vasconcellos.

"Eu não conheço esse cidadão. E quem fala pelo Fluminense, até onde sei, é o presidente do clube. A opinião dele não muda nada para mim. É uma pessoa que tem direito a opinar, mas como qualquer outro torcedor. Ele mostra profundo desconhecimento em suas declarações, talvez por isso o Fluminense esteja nessa situação", disse o presidente da instituição, Rubens Lopes.

Apesar dos desentendimentos que a Federação do Rio teve com o Fluminense recentemente, Lopes preferiu contemporizar. Segundo ele, sua relação com o presidente Peter Siemsen é saudável.

"A relação com o Peter é boa. Ele já até mesmo advogou para a Ferj. A única crítica que posso fazer é que ele deveria escolher melhor as pessoas que trabalham para ele e que falam em nome do clube, até porque o Peter cansa de vir aqui na federação pedir favor financeiro e para facilitarmos o recebimento de cotas", disse Rubens, que elogiou o candidato da oposição.

"O Deley é um amigo meu de longa data, desde que jogava futebol, mas eu não entro na política do clube. Se eu votasse no Fluminense, poderia dar uma opinião. Tenho obrigação de ajudar os clubes. Acho que o Deley tem capacidade para ser presidente e ele não vai mandar recado por ninguém, vai dizer pessoalmente. Não vai deixar ninguém falar por ele", alfinetou.

Deley anunciou a inscrição de sua chapa em evento realizado na segunda, enquanto Peter confirmou sua participação na eleição na tarde de quarta. O atual presidente tem até o dia 15 de novembro para registrar sua candidatura no pleito.

Fonte: UOL

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