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Pacotão do Flu: a redenção de Gum e o presente de Cavalieri à torcedora

Foi com emoção. Enquanto alguns torcedores já se preparavam para deixar o estádio, o zagueiro Gum devolveu a esperança para a maioria dos 37.310 que foram ao Maracanã. Aos 43 minutos do segundo tempo ele subiu para fazer de cabeça o gol da virada do Fluminense sobre o São Paulo, pela 35ª rodada do Campeonato Brasileiro. Mas poderia o zagueiro nem estar em campo para ajudar o time a ficar mais distante da zona de rebaixamento. Ele já havia levado um cartão amarelo quando deu entrada dura no adversário. 

E a tarde terminou em festa, apesar das vaias para Rhayner, que acabou sendo substituído por Biro Biro, e um pedido de pênalti não atendido. Uma jovem torcedora acabou ainda mais feliz. Ela recebeu das mãos de Diego Cavalieri a camisa do goleiro e os dois se emocionaram.

O ILUMINADO

O dia foi especial para o zagueiro Gum. Aos 43 minutos do segundo tempo, foi dele o gol da virada do Fluminense sobre o São Paulo no Maracanã. Porém, o camisa 3 poderia não estar em campo para fazer a alegria da maioria dos 37.310 torcedores que foram ao estádio. Com 11 minutos do segundo tempo ele recebeu um cartão amarelo. Depois, aos 27, uma entrada de carrinho quase comprometeu sua atuação. O árbitro Márcio Chagas da Silva (RS) marcou a falta, mas não levantou o segundo amarelo e ouviu muita reclamação dos são-paulinos. 

O PRESENTE

Um cartaz com um singelo pedido chamou a atenção de Diego Cavalieri. A jovem torcedora do Fluminense queria um presente do ídolo. E ele fez a promessa: assim que acabasse o jogo iria na direção da arquibancada para entregar em mãos a sua própria camisa. Dito e feito. No fim do jogo ele foi ao encontro da menina, que terminou no colo do goleiro. Os dois trocaram palavras e se emocionaram. “Isso mostra a responsabilidade de estar vestindo uma camisa”, disse Cavalieri. 

O SOFRIMENTO E O ALÍVIO

A proximidade da zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro deixa a torcida com os nervos à flor da pele. E quanto mais o relógio anda sem seu time conseguir marcar, maior o desespero. Esse tipo de sentimento ficou claro no rosto de um menino que ainda não sabia que o fim da tarde reservaria mais alegria que aquele sofrimento enquanto o time apenas empatava com o São Paulo. Após o apito final, o sorriso tomou conta do estádio, com um sopro de alívio na árdua luta contra a queda. 

AS VAIAS

Na maior parte do tempo, a torcida do Fluminense cantou, apoiou, vibrou. Mas alguns erros individuais foram esgotando a paciência dos tricolores. Sobrou para Rhayner. Dos 15 passes que tentou durante o jogo, o atacante errou dois. Em um deles, acabou sendo vaiado. E logo depois ouviu os pedidos dos torcedores para que Biro Biro entrasse no jogo. Dorival Júnior escutou o pedido e fez a troca. Assim que entrou, Biro Biro chegou na área, tentou o cruzamento para o meio e parou na defesa do goleiro Denis.

A RECLAMAÇÃO

Houve reclamação também por parte dos jogadores do Fluminense. Quando Rhayner cruzou na área e Rafael Sobis não conseguiu cabecear, a bola tocou no braço do volante Fabrício. Na sequência, Sobis ainda tentou a finalização, mas a defesa são-paulina afastou o perigo. Aí sobrou reclamação para cima do árbitro Márcio Chagas da Silva (RS) com pedidos de pênalti. Mas o juiz não marcou e mandou seguir. Com a vitória, ao fim da partida os jogadores pouco comentaram o lance. O clima era de comemoração e alívio pela vitória.

Fonte: Globo Esporte

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