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Com média superior a três gringos cada, clubes cariocas obtêm recorde

O principal estrangeiro do futebol brasileiro se despediu não só do país, mas também da carreira de jogador. Porém, mesmo com o anúncio da aposentadoria de Seedorf na última semana, a temporada que já teve início dentro de campo - e ainda aguarda algumas movimentações no mercado - estabelece um recorde em relação ao número de gringos presentes entre os clubes do Rio de Janeiro. Botafogo, Flamengo, Fluminense e Vasco apresentam, ao todo, um número inédito de jogadores de fora do Brasil em seus elencos em um começo de temporada: 13.

Só entre as novidades contratadas no período de pré-temporada, foram sete jogadores. No Botafogo, por enquanto, chegaram Bolatti e El Tanque Ferreyra - a diretoria ainda quer mais; o Flamengo contratou Erazo e Mugni; no Vasco, os gringos são Martín Silva e Aranda, enquanto o Fluminense repatriou o ídolo Conca, que estava na China.

Entre os que já estão há mais tempo e adaptados ao Brasil, no entanto, poucos terminaram 2013 como titular. Convivendo com lesões, Valencia no Flu, e Cáceres no Fla encerraram a temporada passada sem jogar, mas têm grandes chances de voltarem a figurar entre os 11 de seus respectivos times. Já Guiñazu se recuperou de estiramento nas rodadas finais. Completando a lista, o alvinegro Lodeiro e o rubro-negro González (que tem dupla nacionalidade, brasileira e chilena) perderam posições no decorrer do ano. O cruz-maltino Montoya chegou como esperança da torcida, mas não rendeu e ficou sem conseguir uma boa sequência de jogos. Em São Januário, aliás, outros dois deixaram o clube: Yotún e Tenório, que não renovaram contrato.

Limite de estrangeiros sobe no futebol brasileiro

Assim como a média, o número geral pode aumentar, já que a janela de transferências segue aberta e, a partir deste ano, o limite de jogadores estrangeiros em campo no futebol brasileiro subiu de três para cinco por equipe, segundo regra da CBF. Isso possibilitou o aumento da corrida nacional atrás da mão de obra mais barata. 

Antes, ainda com no máximo três atletas por time, a maior marca no Rio era a de 2012, quando o Flamengo possuía quatro (Maldonado, Cáceres, González e Bottinelli), o Vasco, três (Abelairas, Tenorio e Leandro Chaparro), e Fluminense (Valencia e Lanzini) e Botafogo (Loco Abreu e Herrera), dois cada. A crescente é interessante: em 2005, dez temporadas atrás, não havia estrangeiros no futebol carioca. E, de lá para cá, apenas de 2006 para 2007 e de 2012 para 2013, não houve crescimento.

A tendência de buscar alternativas no mercado sul-americano, principalmente, é uma saída para a falta de dinheiro dos clubes brasileiros. Os destaques de equipes do restante do continente, muitas das vezes, chegam com salários bem mais em conta. 

Contando todos os 20 clubes da Série A, e incluindo o Vasco, são, até o momento, 46 gringos no país. Ao lado de Flamengo e Vasco, são três clubes que também contam com quatro em seus elencos: Grêmio (Alán Ruiz, Riveros, Maxi Rodríguez e Barcos), Internacional (Aránguiz, D’Alessandro, Forlán e Scocco – este último, no entanto, não deve permanecer) e Palmeiras (Eguren, Valdívia, Mendieta e Victorino). A nova regra, que permite a utilização de até cinco estrangeiros por partida – e não mais três – colabora decisivamente para isso.

Confira os estrangeiros no início das últimas dez temporadas do futebol carioca :

2005: nenhum

2006: 4 - Ramírez e Peralta (Flamengo) e Petkovic e Djokovic (Fluminense)

2007: 2 - Conca e Dudar (Vasco)

2008: 7 - Maxi Biancucchi, Gavillán e Hugo Colace (Flamengo), Conca (Fluminense), Escalada (Botafogo) e Abubakar e Villanueva (Vasco)

2009: 7 - Sambueza, Maxi Biancucchi e Fierro (Flamengo), Conca (Fluminense), Castillo (Botafogo) e Pedro Vera e Benítez (Vasco)

2010: 8 - Maldonado, Fierro e Petkovic (Flamengo), Equi González e Conca (Fluminense), Loco Abreu e Herrera (Botafogo) e Matías Palermo (Vasco)

2011: 10 - Maldonado, Fierro e Bottinelli (Flamengo), Conca e Valencia (Fluminense), Loco Abreu, Herrera e Arévalo Rios (Botafogo) e Irrazábal e Leandro Chaparro (Vasco)

2012: 11 - Cáceres, González, Maldonado e Bottinelli (Flamengo), Valencia e Lanzini (Fluminense), Loco Abreu e Herrera (Botafogo) e Abelairas, Tenorio e Leandro Chaparro (Vasco)

2013: 8 - Cáceres e González (Flamengo), Monzón e Valencia (Fluminense), Lodeiro e Seedorf (Botafogo) e Tenorio e Yotún (Vasco)

2014: 13 - Cáceres, González, Lucas Mugni e Frickson Erazo (Equador), Conca e Valencia (Fluminense), Lodeiro, Bolatti e El Tanque (Botafogo) e Martín Silva, Aranda, Guiñazú e Montoya (Vasco)

Fonte: Globo Esporte

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