Departamento médico libera Fred para voltar ao Fluminense

Depois de alguns meses parado por lesão, o atacante Fred tem treinado normalmente junto com seus companheiros no Fluminense. Na segunda-feira, o jogador participou de um coletivo e deu mostras de que pode voltar a jogar na próxima partida do tricolor contra o Bonsucesso, na quinta-feira, no Maracanã. De acordo com o departamento médico, voltar aos treinamentos com bola e aos jogos também faz parte da recuperação física do atleta. 
"O Fred teve lesão extremamente grave. Quando ele volta ao trabalho de campo, é necessário tempo para recondicionar novamente essa musculatura. Não adianta fazer apenas trabalho de fortalecimento da musculatura, que é ótimo, fundamental. Ele tem de trabalhar dentro do gesto esportivo dele, como é a nomenclatura usada na medicina. Tem de treinar com bola, fazer coletivos, e é o que ele está fazendo.", disse o coordenador do departamento médico do Fluminense, Victor Favilla.

Segundo ele, o jogador já está totalmente curado da lesão e está liberado para jogar, mas a estreia do jogador no estadual depende da avaliação da comissão técnica. "O ponto que ele está dentro da sua progressão é avaliado pelo técnico e pela preparação física. Eles observam se a maneira como ele está batendo na bola e fazendo seu trabalho está de acordo com o que eles desejam", afirmou.

O médico aproveitou para esclarecer as condições físicas de outra esperança do Fluminense para a temporada, o atacante Walter, recém-contratado, chegou ao clube com uma lesão no tornozelo sofrida no fim do Campeonato Brasileiro de 2013. No entanto, Favilla esclarece o jogador está bem, e tem condições de treinar normalmente.

"Tivemos a seguinte maneira de agir com o Walter: assim que ele se apresentou, preferimos fazer trabalho físico, sem dar carga nesta articulação, para fazer um trabalho de reforço no tornozelo, em sua musculatura. E ele está treinando sem restrição. Não há problema algum com o Walter, não há restrição para a preparação física fazer seu trabalho com o atleta."

Fonte: Estadão