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Unimed resiste a pressão interna no Flu e retoma força total nos bastidores


A pressão política dentro do Fluminense para que a parceira Unimed reduzisse sua influência no departamento de futebol do clube surtiu pouco efeito. Os aliados cobraram atitudes do presidente tricolor Peter Siemsen, que travou embate nos bastidores no qual acabou saindo de forma parecida com a qual entrou, ou seja, com a patrocinadora forte e decisiva no planejamento do Tricolor para 2014.

A intensificação da pressão de grupos políticos por uma diminuição da participação da Unimed nas decisões do clube ocorreu após o fim do Campeonato Brasileiro, quando o Fluminense se salvou do rebaixamento apenas com a punição da Portuguesa e do Flamengo, no STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). A sanção aplicada pelo tribunal resultou na queda do time paulista.

Diante desse cenário, Peter Siemsen demitiu o diretor executivo de futebol Rodrigo Caetano, que tinha salários pagos integralmente pela Unimed, e contratou Felipe Ximenes para a função com vencimentos bancados pelo Tricolor. Era uma tentativa de ter mais controle do departamento, que foi pivô de disputas entre o clube e a empresa durante 2013.

O posicionamento da diretoria, no entanto, foi alterado devido a um endurecimento da postura de Celso Barros, presidente da Unimed Rio. O empresário cobrou Peter Siemsen publicamente por ter cedido à pressão interna e tentar limitar a influência da patrocinadora. Na disputa, o executivo saiu vencedor com a confirmação de Renato Gaúcho como técnico do Tricolor.

Após o caso, o presidente Peter Siemsen optou por evitar novos atritos. Hoje, Celso Barros discute as possíveis contratações do Fluminense em conjunto com o diretor Felipe Ximenes e o vice de futebol Ricardo Tenório, empossado durante o desentendimento entre Siemsen e Barros.

O empresário Celso Barros se mostra mais participativo no processo de decisões do futebol que o próprio presidente do clube. Nos últimos dias, Peter Siemsen esteve de férias no exterior e distante das negociações com jogadores, enquanto o executivo da Unimed está frequentemente presente nas reuniões.

No caso da contratação do técnico Renato Gaúcho, por exemplo, o acordo foi alinhavado por Celso sem qualquer participação de Peter. O presidente só foi consultado depois, o que deu início ao atrito público ocorrido às vésperas do Natal passado. No caso, o empresário levou a melhor e definiu a chegada do comandante.

O episódio lembrou outras disputas entre Fluminense e Unimed em 2013, como nos casos das demissões de Abel Braga e Vanderlei Luxemburgo, que foram apontados como decisivos para o mau rendimento do clube no Campeonato Brasileiro. 

O Fluminense luta contra a dependência da empresa em um momento em que pretende cortar seus gastos para custear as parcelas do refinanciamento de sua dívida com a Fazenda Nacional. Não à toa, o principal – e único – reforço da temporada até aqui é o argentino Dario Conca, que terá ampla parte de seus salários pagos pela patrocinadora.

O Fluminense se reapresenta nas Laranjeiras nesta quarta-feira, quando realiza exames médicos antes de seguir para Mangaratiba, na quinta. O Tricolor fica em um resort na cidade até a estreia no Carioca, contra o Madureira, no dia 18 deste mês.

Fonte: UOL

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