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Expulsão de promessa em 1min assusta, mas Flu usa calma e agenda conversa

Após quase três meses sem jogar pelo Fluminense, o jovem atacante Michael teve sua primeira chance no Campeonato Brasileiro na derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG, mas teve exibição preocupante no gramado. Não pelo resultado, do qual pouco teve culpa, mas por ter sido expulso do campo do Ipatingão por agredir um jogador rival apenas um minuto após entrar no lugar de Rafael Sóbis.

O episódio acabou tão lamentado quanto a derrota que frustrou a expectativa tricolor de terminar a oitava rodada na liderança do Brasileiro. Muito porque Michael, considerado um dos jogadores mais promissores oriundos da base do clube, decepcionou comissão técnica e companheiros ao agredir Alex Silva com um pisão absolutamente intencional e deixar a equipe com um jogador a menos em campo.

A reação do elenco e do treinador Cristóvão Borges foi de proteger o jovem e guardar a conversa para o vestiário das Laranjeiras. O técnico se mostrou calmo, mas já adiantou que deve ter uma conversa com o garoto na tarde desta quinta-feira, quando o elenco se reapresenta para treinamento em sua sede.

"Terei uma conversa com ele. É um jogador promissor, tem potencial grande e será um de nossos grandes atletas. Ele se firmará na equipe ao longo do tempo. São coisas complicadas de se lidar, mas ele tem muito a aprender, é jovem. São as experiências vividas que ele levará para a carreira inteira", disse Cristóvão, que evitou condenar publicamente a atitude de Michael.

"Mesmo antes de acontecer coisas como essas conversamos com os jovens do elenco. Procuramos dar apoio nesse sentido. A experiência eles vão adquirir com o tempo e vivenciando essas coisas. Lógico que não é bom. Vamos conversar e fazer que ele entenda bem. Ainda está no começo da carreira e precisa aprender para seguir bons caminhos", complementou o treinador.

Michael é tratado com carinho especial no Fluminense por causa de seu potencial como jogador e também pela questão comportamental, já que foi pego com cocaína em exame antidoping realizado no começo do ano passado. Não existe temor de uma recaída em relação às drogas, mas preocupação com o lado psicológico do jovem, apontado como um dos fatores que o levou aos entorpecentes.

O modo de agir de Cristóvão após o deslize de Michael é muito semelhante ao que foi usado com Walter depois da reclamação por ter ficado no banco de reservas na vitória por 1 a 0 sobre o Palmeiras, na segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Naquela ocasião, o treinador também evitou criticar publicamente o jogador, que acabou reconhecendo o erro posteriormente.

Para Michael, porém, a expulsão com pouco mais de um minuto no gramado pode custar muito cara. O jogador não vinha tendo chances pela forte concorrência de Walter e Fred no posto de centroavante e desperdiçou a primeira oportunidade em mais de dois meses. A tendência é que ele volte a ficar longe da equipe, uma vez que cumpre suspensão contra o Internacional, no domingo, na última rodada antes da Copa do Mundo e, consequentemente, do retorno de Fred da seleção.

Mesmo com a constante ausência da equipe, os números de Michael na temporada mostram potencial. O centroavante atuou em sete partidas, tendo balançado as redes em três oportunidades. A média de 0,43 gol por jogo é igual à de Walter e apenas um pouco menor que a de Fred, de 0,53.

Fonte: UOL
Foto: Rodrigo Ferreira/Photocamera

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