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Cavalieri assume falha e pede calma por reação: “Momento delicado”

Diego Cavalieri sabe que a eliminação precoce do Fluminense na Copa do Brasil deixará marcas. A derrota por 5 a 2 para o América-RN, no Maracanã, nesta quarta-feira (assista aos gols no vídeo), deu início a uma série de questionamentos sobre o potencial do time. O Tricolor entrou em campo com o direito de perder por até dois gols de diferença, mas acabou goleado pelos potiguares e sequer chegará às oitavas de final da competição. 

Vaiado por parte da torcida que foi ao estádio, Cavalieri foi o último a deixar o Maracanã por conta do exame antidoping. Na saída, de cabeça fria, procurou ser equilibrado nas respostas e pediu calma. O camisa 12 assumiu que falhou no terceiro gol do adversário, mas dividiu responsabilidades pelo resultado desastroso. 

- É difícil. Assim como a gente, ou até mais, o torcedor fica frustrado, chateado. Até pela vantagem que tínhamos, a maneira como ocorreu. Foram erros nossos, pagamos pelo que fizemos. Agora é ter a cabeça no lugar, administrar isso e continuar seguindo em frente. Nervosismo nenhum. A gente tentou fazer o nosso trabalho, mas as coisas acabaram ocorrendo da forma que não esperávamos. A equipe errou num todo, meu erro foi no terceiro gol, saí e não peguei a bola. Mas falhamos coletivamente.

Para o goleiro, o grupo precisa acelerar a recuperação. No próximo domingo, o time, que está em quarto no Brasileirão e faz boa campanha, enfrentará o Botafogo, em Brasília.

- Toda derrota é complicada, toda eliminação numa competição é dolorida. Temos de assimilar isso o mais rápido possível, temos um jogo importante domingo, uma sequência importante no Brasileiro. Não pode ficar lamentando, remoendo. É servir de lição para não se repetir e seguir a vida. Ficam mágoas, marcas e aprendizado. É um momento delicado, temos de força para passar por cima disso.

Cavalieri disse que em nenhum momento o Fluminense se acomodou pela vantagem conquistada com os 3 a 0 no jogo de ida, em Natal, semana passada.

- Eles conseguiram sair na frente, nós viramos, terminamos em vantagem o primeiro tempo. No segundo tempo, desandou tudo. Claro que o resultado nos dava tranquilidade, mas não levamos para dentro de campo a certeza de classificação. Era uma situação boa? Era.

Por fim, o camisa 12 procurou defender Elivélton e Fabrício. Com Gum e Henrique machucados, a zaga reserva foi escalada e falhou muito.

- Eles vinham jogando, jogaram contra o Coritiba, jogaram outros jogos, nosso elenco é forte. O time todo foi mal. Se pegar o segundo tempo, foi muito abaixo, proporcionamos muitas situações para o adversário, que aproveitou. Fizeram os gols e nos eliminaram. Futebol tem coisa que é difícil explicar. Quando se perde, toma gols, a culpa é lá de trás. Isso não é de hoje. Futebol é assim. Todos falharam, como grupo, como coletivo. Cada um com suas falhas individuais. É um todo. Não adianta expor setor, pessoas. Vínhamos sendo elogiados, é ter calma e trabalhar. Estamos muitos chateados, tristes, revoltados, mas não podemos sair atirando para tudo que é lado. Nesse momento a coisa fica muito apontada para o setor defensivo. Tivemos um jogo abaixo como grupo, principalmente no segundo tempo.

Texto: Richard Souza *Colaborou Sofia Miranda, estagiária.
Foto: Dhavid Normando / Agência Estado
Fonte: Ge

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