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Flu aguarda resposta do governo para iniciar obras do centro de treinamento

Uma resposta positiva do governo do Rio de Janeiro separa o Fluminense do início das obras do seu centro de treinamento. Faltam recursos, por isso, uma ajuda foi solicitada. O clube precisa aterrar a área, cercá-la e construir ruas de acesso ainda inexistentes. O problema: o material para a estabilização do terreno tem alto custo, calculado em 50% do gasto total. É considerado economicamente inviável. A solução encontrada está nos entulhos acumulados nas escavações de túneis para a criação de novas linhas do metrô. 

Houve o contato inicial. O vice-presidente de projetos especiais do Fluminense, Pedro Antônio, é quem tenta persuadir os responsáveis a ceder as pedras e areia que não fossem aproveitadas. O consórcio que toca a obra divergiu. Uma parte aceitou, e outra achou melhor negar e seguir as regras. Parte deste material está armazenada no subúrbio do Rio de Janeiro, sem uso. Existem, então, duas situações. Uma é pessimista: o governo estadual não liberar o metrô a ceder o material para utilizações privadas. Há, no entanto, contrapartida no caso da doação. 

O terreno foi cedido pela prefeitura em março do ano passado, com cerca de 40 mil m² e fica localizado na esquina da Avenida 8 com Avenida 1, em Jacarepaguá. A justificativa é a de que o local pode ser utilizado para as Olimpíadas de 2016, Paraolimpíadas e a Copa América de 2019. Além de cessão das instalações para a rede pública municipal de educação. O tempo, porém, anda apertado com a proximidade do primeiro evento citado - os campos poderiam ser aproveitados para abrigar seleções que disputarão o evento.

Soma-se aos argumentos a logística para a destinação de todo entulho. As escavações de túneis na Linha 4 do Metrô, entre a Barra da Tijuca, na Zona Oeste, e Gávea e Leblon, na Zona Sul, já estão no seu último trecho. Como o terreno cedido pela prefeitura fica no mesmo bairro de um dos locais das escavações, seria mais prático como destino. 

- Existe uma grande dificuldade: não há rua de acesso ao terreno. Os empreendimentos da região têm ruas de acesso. Dentro do terreno, não há. Este fato exige uma estabilização do terreno, que deve ser feita com pedras, com custo caro. E no Rio temos isso do metrô. Pedro Antonio trabalha para que a gente canalize essas pedras para o terreno. Ele conseguiu as licenças para começar. É uma cessão de 100 anos. Não podemos desanimar por um atraso, no qual, no Brasil, há dificuldade. A área é boa, valorizada. Vai por mal ou por bem. Ou conseguiremos com o metrô ou no momento de começar a construção das ruas. A responsabilidade de construir as ruas é do poder público, mas há um comprometimento das empresas na questão urbanística. É difícil fazer uma previsão, um prazo. Passamos pela prefeitura, mas agora é com o governo do Estado - explicou o presidente Peter Siemsen em entrevista recente ao GloboEsporte.com.

Os dirigentes tentam alternativas. A Escola Sesc, bem próxima do espaço destinado ao CT, pode ajudar no início das obras com pontos de luz e água. Uma empresa de terraplanagem foi acionada. Resta a resposta do governo do Rio. O clube prevê que, com todo material em mãos, o prazo para início dos trabalhos é de 15 dias para colocar as máquinas e contêiner para funcionar.

Fonte: Ge
Foto: Divulgação/Fluminense FC
Texto: Diego Rodrigues, Hector Werlang e Richard Souza

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