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Flu, títulos e... Samba: a vida e obra de Leandro Euzébio, um artista por acaso


Em um papo de bar qualquer pelas ruelas do Rio de Janeiro, Leandro Euzébio jogava conversa fora com o amigo Karlinhos Guerreiro. Sabe-se lá por onde andava o assunto quando este último surgiu com uma proposta, no mínimo, inusitada quando se trata de um jogador de futebol. Ele propôs, na verdade, uma parceria. E não era em nenhuma linha de zaga. Na prática, pediu o nome do zagueiro emprestado para alavancar uma de suas mais recentes criações. E foi assim que Leandro Euzébio, bicampeão brasileiro vestindo a camisa do Fluminense, se tornou compositor aos 33 anos de idade e ainda virou parceiro do funkeiro Mr. Catra.

A música "composta" pelo zagueiro concorre com outras 42 ao posto de samba-enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, que no Carnaval de 2015 desfilará com o tema "Se o mundo fosse acabar, me diz o que você faria se só lhe restasse um dia", desenvolvido por Paulo Barros (campeão em 2010, 2012 e 2014 com a Unidos da Tijuca). Além de Leandro Euzébio, Karlinhos Guerreiro trouxe mais um amigo famoso para juntar-se a Hugo Reis, Ivo Patrô, Cassius Clay, Vinicius Nagem e Amado Osman na parceria: Mr. Catra (ouça o samba clicando no vídeo acima). Tudo isso é novidade na carreira do zagueiro, que, acredite, sequer é fã de desfiles de escolas de samba.

– Na verdade, participei muito pouco da composição. Ele (Karlinhos) perguntou se podia botar o meu nome. Falei para ele que não teria problema nenhum – explica.

Aliás, a figura de um Leandro folião, curtindo horrores um bloco de arrastão é realmente quase inimaginável para quem o conhece. O xerife da zaga tricolor nos títulos brasileiros de 2010 e 2012 é de pouquíssimas palavras, de um jeito um pouco fechado. Na aparência, os fios brancos na barba sinalizam que ele não é mais um garoto, mas, ao mesmo tempo, disfarçam a jovialidade que o próprio garante ainda ter. Um homem que acredita que tem muito a oferecer. Só não sabe em que clube fará isso.


No meio deste ano, o jogador acertou a saída do Fluminense depois de quatro anos. O destino era o futebol do Catar, mais precisamente o Al-Khor, time dos brasileiros William, ex-Ponte Preta, e Madson, ex-Vasco. No entanto, ficou por lá pouco mais de um mês. Ele cita os motivos que o fizeram mudar de ideia e voltar para o Brasil.

– Acho que o forte calor. É muito quente lá, o tempo todo. E viver sozinho num lugar como aquele, sem dúvida, é ruim demais.

Desde então, Leandro Euzébio mora em Cabo Frio, cidade da Região dos Lagos do Rio de Janeiro e sua terra natal. A rotina é de treinos com um preparador físico particular de manhã e à tarde, de segunda a sábado. Tudo para estar pronto quando um novo clube aparecer e disser "venha!".

Fonte: Ge
Texto: Tébaro Schmidt
Fotos: Letycia Almada

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