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Lesão e trauma da Copa são passado, e Fred quase triplica gols no Flu

Seis dos últimos dez gols do Fluminense têm um autor em comum: Fred. Único jogador que mantém a regularidade nas atuações durante o período de má fase tricolor, com queda na tabela e distância do G-4 do Brasileirão, o centroavante superou as lesões e o trauma da eliminação da Seleção na Copa do Mundo. O ano, que começou com dúvida quanto à condição física dele e teve ar de preocupação com sua recuperação técnica, então, é bom. Basta ver que, na derrota para o Inter, domingo, em Porto Alegre, o camisa 9 alcançou a marca de 20 bolas na rede. Quase o triplo do alcançado em 2013.

Foram oito gols, o pior desempenho do atleta desde 2009, seu primeiro ano de Laranjeiras. Os problemas musculares, além de defender o Brasil na Copa das Confederações, diminuíram a presença dele em jogos do Flu. Coincidência ou não, a equipe sofreu para permanecer na Série A. Só conseguiu via STJD - a Portuguesa escalou jogador irregular e perdeu pontos. Pois Fred mudou. Assim como o rendimento.

Ainda com Renato Gaúcho, o camisa 9 começou o ano sendo poupado da estreia no Carioca. A coxa direita, principal problema no ano anterior, exigia maior cuidado físico. Ele passou a atuar apenas na segunda rodada. Nova lesão o afastou do primeiro clássico contra o Flamengo. E, com a proximidade da convocação para o Mundial, a dúvida se intensificou: o que iria acontecer com Fred?
O centroavante se dedicou. Passou a treinar em períodos extras. Já com Cristóvão Borges, cumpriu um cronograma especial, desenvolvido pelo preparador físico Rodrigo Poletto. Virou o artilheiro do time e, totalmente recuperado, serviu o time comandado por Luiz Felipe Scolari.

O rendimento na Copa deixou a desejar. Marcou apenas um gol em seis partidas. Ficou marcado pela goleada sofrida diante da Alemanha. E, após um período de folga, se reapresentou ao Flu. Entre altos e baixos, passou a ser o velho e bom Fred desde a goleada sobre o Palmeiras, no Maracanã, ao marcar duas vezes - vinha de ser poupado no empate contra o Figueirense.

Desde então, teve o desempenho citado acima: seis gols em oito jogos. Além de marcar contra o Verdão, o fez nos confrontos com Flamengo, São Paulo, Bahia e Inter. Tem 11 gols no Brasileirão e disputa a artilharia com Henrique, do Palmeiras, e Marcelo Moreno, do Cruzeiro, que tem 13 .
- Eu convivo há muito tempo com isso. Deu certo na Copa das Confederações, deu errado na Copa do Mundo. A pressão aumentou pois atuo aqui no Brasil. As brincadeiras... isso me motiva. É gostoso. A vaia, a pressão. E quando faço gol... Isso está superado. Entendi que seria um processo devagar. Foi uma carga forte em cima. Estou superando muito bem - disse, após a vitória sobre o Palmeiras ao admitir ter superado o trauma da Copa.

Ele tinha razão. Foi questão de tempo para voltar a marcar. Faltando 10 rodadas para o término do Brasileirão, porém, fica praticamente impossível superar a melhor marca de gols em um ano pelo Flu: 34 em 2011. Mas é um alento na luta por vaga no G-4.

Com 42 pontos, o Tricolor é o oitavo. Tem cinco a menos do que o Atlético-MG, o quarto colocado. Enfrentará o Criciúma, sábado, no Maracanã em busca da recuperação.

Fonte : Globo Esporte

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