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Renato Gaúcho virou até 'técnico de pegação', mas não treina time há 1 ano


O último ano da vida de Renato Gaúcho tem sido um pouco diferente dos anteriores. Com mais de 15 anos de carreira como treinador, o ex-atacante está sem comandar uma equipe desde abril de 2014, há 14 meses. Neste período, ele recusou convites de alguns clubes brasileiros e chegou até mesmo a virar 'técnico de pegação' em comercial de refrigerante ao lado da filha Carol recentemente.

Divulgada em abril, a propaganda em que Renato Gaúcho aparece dando dicas para um jovem interessado em aprender suas táticas de 'pegação' fez sucesso nas redes sociais, mas foi um dos poucos momentos em que o treinador rompeu o afastamento da mídia neste período de pouco mais de um ano. A maior parte das outras aparições também foram ao lado da filha, alvo do 'aluno' do técnico no comercial.

Renato Gaúcho está sem treinar uma equipe desde que foi demitido pelo Fluminense no começo de abril de 2014. Na ocasião, ele foi vítima de uma rixa entre o presidente do clube, Peter Siemsen, e o mandatário da então parceira Unimed Rio, Celso Barros. O executivo da cooperativa bancou a contratação do treinador para a temporada, mas a resistência do dirigente tricolor fez com que ele durasse pouco no cargo.

Renato Gaúcho dá aula sobre mulher em filme da Pepsi
A maior convivência nos últimos meses fez com que o desemprego do pai virasse piada para Carol Portaluppi nas redes sociais. Em um vídeo postado recentemente pela jovem, Renato aparece cozinhando em casa. No ano passado, pouco após a demissão de Renato no Fluminense, a estudante de jornalismo brincava com a presença do pai em casa.

"Se vocês estão precisando de alguém para lavar, passar, cozinhar, arrumar casa e cuidar de seus cachorros, lavar piscina... ligue para contratar Renato", dizia Carol na gravação, enquanto o pai olhava surpreso ao fundo.

No agosto do ano passado, Renato Gaúcho chegou a ser convidado para assumir o Criciúma, mas recusou a proposta do time catarinense. Ele substituiria Wagner Lopes com a equipe já na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. A proximidade do fim da competição e a falta de acordo salarial fizeram com que o treinador considerasse a proposta pouco interessante. Gilmar dal Pozzo foi o contratado da equipe na ocasião e durou apenas dois meses no cargo. O Bahia foi outro time que procurou Gaúcho.

Um dos motivos para a ausência de Renato Gaúcho até mesmo da lista de alvos de clubes sem treinadores se justifica pelo alto salário pedido pelo técnico em seus últimos trabalhos. No fim de 2013, ele deixou o Grêmio por ser considerado caro demais. Contratado pelo Fluminense com ajuda da patrocinadora por R$ 500 mil mensais, ele durou apenas quatro meses.

Desde que virou treinador, Renato só viveu afastamento parecido entre a saída do mesmo Fluminense em 2003 e a contratação pelo Vasco em 2005. Com a constante troca de técnicos no futebol brasileiro, no entanto, a tendência é que o desemprego do treinador logo tenha fim.

Fonte: Uol
Foto: Divulgação
Texto: Rodrigo Paradella

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