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Copa do Brasil, diretoria presente e Urca: receita do Flu contra má fase

Jejum de oito jogos no Brasileirão, baixo rendimento de Ronaldinho Gáucho, lesões, troca de técnico, gols sofridos em profusão, protesto da torcida... Os fatores que compões uma crise borbulharam nas Laranjeiras nos últimos dias. Porém, um acaso do calendário tem servido de alento para o Fluminense. O confronto contra o Grêmio pela Copa do Brasil vem fazendo o Tricolor se desligar - pelo menos por ora - da fase delicada vivida no Brasileirão. E a importância do duelo é grande. Para tanto, os treinamentos foram retirados das Laranjeiras, e a diretoria tem estado mais perto dos jogadores.

Foto: Nelson Perez/Fluminense FC
Aliás, a Copa do Brasil é uma das poucas boas memórias recentes do Fluminense. Foi nesta competição que o time conquistou sua última vitória. Faz quase um mês: no dia 26 de agosto, na classificação contra o Paysandu, no Mangueirão. E, neste momento de crise, qualquer fator positivo deve ser levado em conta. Nem que seja "somente" o retrospecto.

E esta tentativa de melhorar o horizonte do Fluminense tem como quartel-general um cenário paradísico. Localizada na Urca e aos pés do Pão de Açúcar, a Escola de Educação Física do Exército foi o local escolhido pela diretoria para tirar os treinamentos das Laranjeiras e dar mais tranquilidade aos jogadores. Na sede do clube, os protestos são mais frequentes. Além disso, por obrigação estatutária, sócios não podem ser impedidos de ficarem nas arquibancadas.

Cenário paradisíaco: Fluminense tem mandado seus treinos na Urca (Foto: Chandy Teixeira)
- Aqui é um lugar que temos mais tranquilidade. Importante é ter a torcida do nosso lado nesse momento difícil. Cobrança vai sempre existir, a gente sabe disso. Importante é ter o torcedor nos incentivando - disse o goleiro Diego Cavalieri.

Diretoria "colocando a cara"

Não há somente uma troca de ares no Fluminense. A presença da diretoria à beira do campo nos treinamentos também mudou. E para maior. Nesta segunda-feira, o presidente do clube, Peter Siemsen, e o vice de futebol, Mário Bittencourt, acompanharam toda a atividade. O último inclusive ficou o tempo todo sentado em um banco na lateral do gramado. Detalhe sentido e elogiado por Diego Cavalieri.

- Os caras estão do nosso lado, estão fazendo um trabalho fantástico esse ano. Estão dando todo o suporte para gente. A diretoria trabalhou bastante para fazer um Fluminense forte, um Fluminense que não passasse tantas dificuldades. Conseguimos isso num certo momento, mas infelizmente hoje estamos passando por um momento delicado. Mas são pessoas fantásticas, que sempre se colocaram do nosso lado. Sempre com muita clareza, falando a verdade. E também nunca se omitiram. Nos momentos difíceis estão com a gente, colocando a cara - contou o goleiro.

Esta mesma diretoria que tem sido alvo central da ira dos protestos, que geralmente aparecem com cunho político. Mário Bittencourt e Peter Siemsen têm se reunido com frequência. Há alguns dias, o vice-presidente de futebol disse que o trabalho com o presidente estava 100% alinhado. No episódio da invasão do treino por parte de um torcedor, na última semana, Mário estava dentro do campo e ouvindo hostilidades das arquibancadas.

Toda esta receita para tentar livrar o time do jejum terá sua prova nesta quarta-feira. Será o dia do duelo contra o Grêmio, no Maracanã, pelo primeiro jogo das quartas de final da Copa do Brasil. Antes, nesta terça, o time faz mais um treinamento, o último antes da partida, na Urca.

Fonte: Ge
Texto: Chandy Teixeira

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