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Flu tenta identificar sócios, e Peter promete punição dura após protesto

O presidente Peter Siemsen decidiu, e a direção do Fluminense não se furtará de punir eventuais excessos no protesto da última terça-feira nas Laranjeiras. Em busca dos autores da invasão ao clube e ao treinamento, a intenção é identificar sócios. Os que tiveram comportamento impróprio poderão ser expulsos do quadro. Tudo será feito, respeitando o estatuto, após a análise de fotos e imagens da manifestação. 

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Foi um dia tenso. Um grupo de aproximadamente 50 pessoas foi ao clube para reclamar da má fase - a equipe, antes do confronto com o Palmeiras, na noite de quarta, ocupava a 11º posição do Brasileirão, após empate com o Coritiba e derrota ao Sport. Como só a entrada de associadas é permitida, houve tentativa de invasão. Alguns conseguiram. E um torcedor entrou no campo, interrompendo o treinamento por cerca de 10 minutos. 

Torcedor que invadiu campo foi retirado pelo auxiliar Marcão (Foto: Fernando Freire)
Tanto Peter quanto o vice de futebol, Mário Bittencourt, entendem que a manifestação teve caráter político. Além da direção, o alvo dos manifestantes foram dois jogadores: Gum e Fred. Para evitar novos problemas, medidas são estudadas. Uma delas é passar a treinar na Escola de Educação Física do Exército, na Urca, ou até impedir a entrada dos associados nas Laranjeiras. 

- Não vamos usar a Urca todo dia, ali é mais para um treino reservado ou para preservar o gramado das Laranjeiras. Então, é importante ser duro na punição e impedir que pessoas com esse tipo de intuito tenham sucesso em tentar destruir o trabalho - disse o presidente.

O estatuto do Flu prevê as seguintes penas a associados: advertência verbal, advertência escrita, suspensão e exclusão. Elas correspondem a uma série de infrações. No caso do protesto, a direção tenta enquadrar eventuais sócios no inciso VII do artigo 121: “faltarem com respeito, nas dependências do clube, a qualquer membro do conselho diretor, sócio ou funcionário do Fluminense”. 

No ano passado, após derrota para a Chapecoense, um grupo de 15 pessoas protestou no desembarque da delegação no aeroporto Santos Dumont. Ele xingou os atletas, jogou moedas e ainda depredou o carro do então lateral-direito Bruno na saída por um portão alternativo. Uma van que transportava outros atletas foi atingida por um cone. Depois do episódio, Fred e o elenco ameaçaram entrar em greve por mais segurança. Algo que não ocorreu. A direção, à época, tentou identificar associados, sem sucesso.

Fonte: Ge
Texto: Hector Werlang

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