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Vitor Imbuzeiro visita as Laranjeiras e treina com os atletas de basquete


Nesta segunda-feira, dia 14, o basquete tricolor viveu um momento especial com a visita de Vitor Imbuzeiro ao clube. Com uma carreira vitoriosa à frete de importantes times de basquete no Japão e recentemente dirigindo a escola Always Basketball, em Michigan, nos Estados Unidos, Vitor aproveitou a rápida vinda ao Brasil para visitar o Fluminese e falou sobre sua carreira:

- Comecei no basquete por causa do meu irmão, ainda no Mackenzie. Ele era alto e eu entrei por que o acompanhava todos os treinos. Tinha só dez anos e o treinador me chamou para treinar no mirim. Fui campeão por três anos seguidos e nunca mais parei. Aos 16, fui convidado para vir jogar no Fluminense e aí a minha história começou – contou o treinador, que chegou o clube em 1988:

- Joguei dois anos no infanto e outros dois no juvenil. Depois fui convidado para o adulto e representei o Fluminense no Big Star, que é o All Star Game do Rio de Janeiro. Saí em 1994, fui para o Botafogo e depois para o Grajáu, mas considero o Fluminense a minha casa. Aqui foi onde deixei de ser menino e me tornei um profissional no basquete.

Em 1998, Vitor foi selecionado pelo JET (Programa Japonês de Intercâmbio e Ensino), que buscava um técnico para trabalhar como professor assistente em uma escola pública de Nagasaki. Mais uma vez sua estrela brilhou e, após 30 anos, o time venceu:

- Como era um programa do governo, com duração de apenas três anos, precisei mudar para uma escola particular, a Kaisei. Trabalhamos muito, fui campeão e coloquei o time entre os 16 melhores do Japão – explicou o ex-atleta, que hoje tem uma escola de aperfeiçoamento individual, a Always Basketball (www.alwaysbasketball.com).

Sobre as diferenças entre os jogadores no Japão e nos Estados Unidos, Vitor disse que a disciplina dos asiáticos é um grande diferencial:

- Eles não têm altura, mas compensam com a velocidade e a dedicação. São muito disciplinados taticamente, não para agradar técnico, mas por encararem como um trabalho. É o que precisa ser feito. Por um lado é mais fácil para o treinador, mas é interessante ver o esforço deles. E no campeonato japones, todos são baixos. Já nos Estados Unidos, falar em basquete é como falar em futebol no Brasil. É muito tradicional. Eles jogam basquete desde pequenos, as escolinhas e os parques estão sempre cheios.

Para Luis André Costa, técnico do basquete tricolor, foi uma honra poder encontrar um amigo:

- Nos conhecemos quando eu tinha 15 anos. Jogamos juntos no profissional do clube e ele foi professor da escolinha. Logo depois eu assumi as atividades e recebi um apito, que foi passado do José Roberto para ele e depois para mim, quando ele foi para o Japão. Hoje ele veio aqui mostrar um pouco do trabalho dele, e foi ótimo para os atletas entenderem que muitos deles podem ter uma carreira de êxito fora, mas é importante manter as amizades e trocar experiências.

Julia Rodrigues – Comunicação Institucional FFC
Fonte: Site Oficial do Fluminense FC

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